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Redação



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Juliana Silveira: Menina, mulher... sucesso em todo estilo Imprimir E-mail
Escrito por Julia Couto   

 

Nascida em Santos, litoral Norte de São Paulo, Juliana Silveira estreou na televisão após ser descoberta pela apresentadora Angélica, durante a gravação do extinto Clube da Criança em 1992, quando tinha apenas 13 anos. Mudou-se de Santos para a capital, trabalhando durante seis anos como assistente de palco de Angélica.

 

Juliana conta que nunca pensou em ser atriz, muito menos seguir os passos da apresentadora, até fazer a Oficina de Atores da Rede Globo em 1997. A partir daí, fez pequenas participações na televisão como no programa “Você Decide” e na novela ”Pecado Capital”, na qual interpretou a prostituta Dagmar.

 

Em 2001, participou da novela “Laços de Família”, e já em 2002 surgiu a grande chance: foi convidada para protagonizar “Malhação”. O ano de 2002 encerrou a face de pequenos papeis para a atriz, após o grande sucesso em Malhação, Juliana fez o programa “Brava Gente” também como protagonista.

 

Em 2005, veio a grande virada, onde provou que sabe bem o que quer, ao deixar o certo da Rede Globo pelo duvidoso da Band. Foi convidada para estrelar a novela “Floribella”, a versão brasileira de “Floricienta”, sucesso na Argentina. Interpretou a protagonista Maria Flor, fazendo par com Roger Gobeth, sua atual namorado. Contudo, teve de soltar a voz para a gravação da trilha sonora de “Floribella”, composto de dez músicas no total. Foi um tremendo sucesso e a garotada do Brasil inteiro gritou e vibrou com suas apresentações.

  

Em 2007, Juliana foi contratada pela TV Record, e participou da novela “Luz do Sol”,onde interpretou Nina, uma cantora popstar. Atualmente, ainda na Record, Juliana protagoniza a novela 'Chamas da Vida', na qual interpreta Carolina. E com todo esse sucesso, ainda vem muita coisa por vir.

 

Veja a entrevista que ela deu para a Mais Oeste.

 

 

 

 

Mais Oeste. Você começou sua carreira há muito tempo. Qual foi e como foi o seu primeiro trabalho para a televisão?

 

Juliana Silveira. Meu primeiro trabalho foi um Você Decide, dirigido pelo Fábio Barreto. Eu fazia a Lucinha Lins mais nova que, por coincidência, faz hoje Chamas da Vida comigo.

 

Mais Oeste. Você já representou personagens de vários tipos, a Patrícia de Laços de Família, a Rosalva em Quinto dos Infernos, a Julia de Malhação e a Flor de Floribella, entre outros. De todas essas, com qual você mais se identificou?

 

Juliana Silveira. A gente sempre empresta um pouco das nossas características para as personagens que fazemos.

A minha identificação com a Floribella é o amor pelas crianças, sou louca por elas e não foi nem um pouco difícil desenvolver essa comunicação com os pequenos. Com a Carolina, de Chamas da Vida, eu tenho a personalidade forte, a determinação... Interpretar é um prazer e eu encaro como uma grande brincadeira, porque as vezes as cenas exigem um esforço muito grande ou lidamos com energias muito pesadas. Por isso, não dá pra levar as situações cênicas tão a sério.

 

Mais Oeste. Como você se prepara para interpretar uma nova personagem?

 

Juliana Silveira. Atualmente eu faço um trabalho com a Helena Varvaki. Ela é atriz e preparadora de elenco. Faço um trabalho corporal e de composição: gestos, tom de voz, improvização, como a personagem reagiria em determinada situação. A gente lê muito os textos juntas e discutimos os diversos caminhos que eu, como atriz, posso seguir, sempre sendo coerente com a essência da personagem. Ter realizado esse trabalho com ela me deu uma base muito forte e segurança pra desempenhar as minhas primeiras cenas na novela.

 

Mais Oeste. Muitos atores comentam que têm rituais, superstição ou mania antes das gravações. Você tem algum?

 

Juliana Silveira. Depende muito do dia e da cena. Às vezes eu dou uma alongada boa, outra eu paro em um canto do estúdio, respiro longamente e fico me concentrando. Se for cena de ação, eu procuro dar uma corrida rápida antes do "gravando" pra já entrar com a energia e a tensão necessárias em cena. Acho que é isso, não tenho nenhum ritual específico.

 

Mais Oeste. Depois que você interpretou a Julia, em Malhação, algumas revistas masculinas passaram a te procurar. Como você encarou o fato de ter se tornado um símbolo para muitos homens?

 

Juliana Silveira. Acho sempre muito estranho. Sou muito moleca, fui criada com um irmão, não tenho essa coisa sensual, provocante no dia-a-dia. Sou baixinha, tipo mignon, não tenho coxa grossa, seios enormes, enfim, não acho que eu tenha o estereotipo das mulheres consideradas "gostosas". Simplesmente não me vejo dessa forma.

 

Mais Oeste. De símbolo sexy para protagonista infanto-juvenil... Que virada foi essa? Foi fácil deixar de lado o tipo mulherão para encarar uma personagem mais angelical?

 

Juliana Silveira. Foi um desafio. Tinha a preocupação de compor uma personagem infantil mas que não ficasse boba ou caricata demais. Na verdade, é muito mais difícil fazer  as cenas de sexo!

 

Mais Oeste. Você fez aulas de canto para gravar o CD da novela Floribella. Você já cantava antes? Comenta um pouco sobre isso.

 

Juliana Silveira. Nunca tinha cantado profissionalmente a não ser no chuveiro lá de casa! Mas encarei a novidade e foi muito prazeroso aprender as técnicas e ter contato com o universo musical. Mas repito: sou apenas uma atriz que pode cantar se a personagem exigir. Sei das dificuldades e do quanto a gente tem que se dedicar pra que a voz fique boa e evolua. Admiro quem já nasce com o dom do canto e admiro essa profissão. Parece fácil pra quem vê mais é preciso muita disciplina e estudo pra ter uma boa técnica vocal.

 

Mais Oeste. Como é a sua vida fora dos estúdios? Dá tempo para curtir com amigos, namorar, cuidar de você?

 

Juliana Silveira. A agenda vive cheia, mas a gente sabe que quando está fazendo novela é um período de dedicação integral ao projeto. Só tenho os domingos de folga. No resto da semana a gente vai encaixando os amigos, a ginástica, um cinema, uma massagem, de acordo com o roteiro da semana.

 

Mais Oeste. E para manter o corpo em forma, o que você faz?

 

Juliana Silveira. Parei de malhar tem dois meses, estou louca pra voltar. O corpo sente falta e o humor também. Sinto que falta endorfina e serotonina no organismo. Gosto muito de caminhar, correr... É um tempo só meu e acho saudável para o corpo e para a cabeça, mas o tempo anda curto.

 

Mais Oeste. Conta para a Mais Oeste quais os seus truques de beleza? Pele, cabelo...

 

Juliana Silveira. Pra pele eu uso filtro solar 60 da Helioblock todos os dias, faça chuva ou faça sol. Acho fundamental se proteger do sol e a pele agradece! Tenho a pele sensível e ando sempre com água termal na bolsa para aliviar as placas vermelhinhas que por ventura possam aparecer. Meu cabelo está curtinho e super prático, quase não me dá trabalho. Uso shampoo e condicionador da Marca Matrix. Meu cabelo fica brilhoso e tratado.

 

Mais Oeste. Bonita, talentosa, carismática... Mas e os seus defeitos, quais são?

 

Juliana Silveira. Obrigada pelos elogios...poxa!!! Quem convive comigo sabe que eu posso ser bem teimosa se eu achar que estou com a razão. Trabalho esse defeito na terapia!!! Sou muito ansiosa também e isso pode ser horrível pra quem não é e está do meu lado. Quero resolver tudo rápido, sou impaciente, tenho a mania de fazer 2 coisas ao mesmo tempo e não acho isso tão saudável. Enfim, devem ter outros defeitos, claro, mas me lembrei desses.

 

Mais Oeste. Muitos atores falam que cena de romance é muito profissional, que não rola sentimento, etc. Você e o Roger Gobeth eram par romântico em Floribella. O amor entre vocês surgiu mesmo nas gravações?

 

Juliana Silveira. A gente teve uma convivência muito grande e acabou se conhecendo melhor nessa época, mas nossos beijos sempre foram técnicos e a gente começou a namorar depois que o Roger encerrou a sua participação na novela.

 

Mais Oeste. Não rola ciúme quando um dos dois grava uma cena de beijo?

 

Juliana Silveira. Não é por que somos atores, que não temos ciúmes, mas acho mais fácil entender os horários malucos e as cenas de beijo e de sexo quando você sabe realmente como elas são feitas.

 

Mais Oeste. Vocês pensam em casamento?

 

Juliana Silveira. Estamos planejando o nosso.

 

Mais Oeste. Se você não fosse atriz, o que seria?

 

Juliana Silveira. Acho que seria publicitária e tinha muita vontade de trabalhar com moda. ADORO as duas coisas. Mas não deixam de ser duas áreas criativas e lúdicas como a arte de viver uma personagem.

 

Mais Oeste. Mudando um pouco de assunto, recentemente você esteve em Nova Iorque. Algum projeto em vista ou foi só a passeio?

 

Juliana Silveira. Fui só pra curtir um pouco a cidade com o Roger e um casal de amigos.

 

Mais Oeste. Quais são seus projetos profissionais para o futuro?

 

Juliana Silveira. Quero muito fazer cinema.

 

Mais Oeste. Para terminar, o que você acha que mudou na Juliana nesse tempo de carreira? Como você vê a Ju de antes, a de agora... E como se vê daqui uns anos?

 

Juliana Silveira. Me sinto mais segura e mais madura como pessoa e isso se reflete no meu trabalho como atriz. Serei sempre muito disciplinada, interessada, questionadora e dedicada ao meu trabalho. Essas características eu sei que nunca vou perder, fazem parte do meu jeito de ser!

 

 

PERFIL

 

Nome: Juliana Bragança Saúda Silveira.

Data de nascimento: 12 de Março de 1980.

Prato preferido: Japonesa e Italiana.

Mania: Roer unha e dormir abraçando um travesseiro pequeno.

Qualidade: Perfeccionista.

Defeito: Ansiosa ao extremo e teimosa.

Um lugar: A minha casa e a casa dos meus pais.

Um filme: Moulin Rouge e Um lugar na platéia.

Ator: Al Pacino, Robert De Niro, Raul Cortez , Wagner Moura

Atriz: Julia Roberts, Fernanda Montenegro, Naomy Watts.

Um livro: Divã, da Martha Medeiros; Quando Nietzsche Chorou, Código Da Vinci, Memórias de uma gueixa. Biografias: Cazuza, Samuel Klein, Madonna.

Uma música: Depende do estado de espírito...Gosto de tudo, menos sertanejo e heavy metal.

Ídolos: Meus pais.

Ser atriz é...Brincar. É no momento quando estou atuando que estou feliz. É uma escolha, um desafio.

Frase: Não tenho uma frase específica. Mas aproveite o presente e SEJA FELIZ!

 
Em que estágio de TI sua empresa se encontra? Imprimir E-mail
Escrito por Edmilson Rosa   


Com algumas perguntas simples, o pequeno e médio empresário pode testar se seus investimentos em tecnologia da informação estão adequados ao seu perfil ou, melhor ainda, se seu dinheiro está sendo bem investido.

 

Agregar valor e inteligência aos serviços e produtos deve ser o motivo da implantação de TI nas empresas. Mas será que essa tarefa está sendo bem feita?

 

A P2HE, empresa que oferece consultoria e soluções de TI, elaborou um teste para que o empresário analise e descubra qual o grau de maturidade em TI da sua empresa. As etapas do teste foram definidas segundo institutos acadêmicos de tecnologia, autores especializados e a experiência da própria P2HE. Estão divididas nos seguintes estágios:

 

Pré-Informático – empresas de pequeno porte que necessitam de pouco ou nenhum recurso de TI. Utilizam processos informais.  

 

Introdução da Informática – O elemento de TI mais marcante neste estágio é “o computador”. Nesta etapa, as primeiras aplicações desenvolvidas são tipicamente utilizadas para controle básico, como folha de pagamento, contabilidade e estoque.

 

Estágio da Euforia Tecnológica – Conscientes do grande volume de trabalho que será requerido, as organizações optam pela criação de um Centro de Processamento de Dados (o famoso CPD).

 

Caos – Certos de que a simples utilização de novas técnicas e ferramentas de TI resolvem todos os problemas e carências, as organizações começam a perceber resultados abaixo do esperado, além de elevados custos associados aos profissionais e infra-estrutura alocados no CPD. Não se pode mais administrar a área de TI sem planejamento adequado e, principalmente, com processos informais e soluções paliativas.

 

Retomada do Controle – Retomada do controle ocorre quando se põe “ordem na casa” para evitar maiores prejuízos, que normalmente ocorrem pela falta de uso da tecnologia já adquirida e por gastos adicionais com a proliferação de soluções isoladas, que criam um sistema do tipo “colcha de retalhos”.

 

Gestão da Informação – É consolidado o processo de eliminação de redundâncias de ferramentas e estabelecida a unificação das bases de dados. É de fundamental importância a introdução do Gestor de Informações.

 

Maturidade da TI – Todos os setores da empresa são atendidos por aplicações que fazem uso de uma base de dados unificada sob uma infra-estrutura sólida de TI inteligente e de alta disponibilidade.

 

Queimando etapas

 

Mas nem todos esses estágios são obrigatórios. “O intuito principal da Gestão de TI é não passar pelos estágios Euforia, Caos e Retomada, e sim ir diretamente da Introdução para a Gestão da Informação para reduzir gastos", diz Edmilson Rosa, diretor da P2HE.

 

“Os negócios das PME´s demandam soluções de TI, da mesma forma que as empresas maiores, para que garantam a sua produtividade e eficiência. Assim, existem muitas opções de acesso aos recursos de tecnologia da informação, de baixo custo, adaptadas à realidade de cada uma”.

 

Entre as vantagens de ter uma Gestão de TI estão a segurança no gasto de recursos (eliminando desperdício de verbas), maiores chances do empresário focar no negócio (em vez de gastar tempo com uma atividade não relacionada ao seu core business), controle de custos e a oferta de um diferencial de mercado. “Para o pequeno empresário, comprar um simples software pode gerar muitas vantagens, mas se for o software errado ou no momento errado, ele estará comprometendo o seu negócio”, diz ele. 

 

 

 

 

 

 
Peixe cru é uma excelente escolha de alimentação Imprimir E-mail
Escrito por Julia Couto   

 

 

É facilmente notável o crescimento de restaurantes de culinária japonesa em São Paulo. A cada cinco ruas encontramos um novo estabelecimento. Não é por menos, afinal a comida típica do oriente agrada homens, mulheres, crianças ou adultos e independe da época do ano.

 

Comemoração de aniversário, dia dos namorados, um encontro com amigos, reunião de família ou um simples jantar... Seja lá qual for o motivo, comer comida japonesa está na lista de planos e na maioria das vezes é a opção certa. Há quem ame e quem odeie, mas uma coisa é certa, cada vez mais aumenta o número de pessoas que apreciam as delícias da culinária. 

 

Essa é uma especialidade mais leve e natural e quase não tem temperos e especiarias, assim as pessoas podem apreciar o gosto real dos alimentos. E ao contrário do que muitos pensam, não se come apenas peixe cru, ela é bem variada, sem contar com a bela aparência, que dá vontade de comer com os olhos.

 

Um dos possíveis motivos relacionados à longevidade do povo japonês é a alimentação, constituída por arroz, algas, legumes, verduras, frutos do mar e muito peixe. Os peixes são ricos em proteínas de alto valor biológico, além de serem fontes de vitamina B1, A, D e E, e também cálcio, sódio, zinco, etc.

 

Se você é daqueles que não gosta dessa cozinha, reveja seu paladar e aprenda a curtir essa maravilha. A culinária japonesa esconde algumas curiosidades que muitas pessoas nem imaginam, conheça algumas delas.

 

* Irashaimase é a expressão usada para o nosso ‘seja bem vindo’ em japonês. Ao entrar em um restaurante e ouvir a saudação, responda apenas acenando de leve com a cabeça.

 

* O Sushi foi criado acidentalmente. Era utilizado para conservar alimentos, prensado com sal e fermento por alguns dias antes de ser consumido. Somente nos últimos 100 anos que se tornou o prato que conquistou o mundo.

 

* Para produzir o Missô (pasta de soja) no Brasil, os primeiros imigrantes japoneses não tinham os ingredientes principais – soja, trigo e sal -, dessa forma substituíram por milho, melaço de cana e glutamaco monossódico.

 

* O Choshoku, café da manhã tradicional japonês, é uma refeição completa: Misshoshiru (sopa de pasta de soja), arroz, salmão grelhado, alga, picles e soja fermentada. Para beber, chá verde ou preto.

 

* No Japão, nos Kaitenzuhis (sushis servidos em balcão giratório) os clientes pedem diretamente ao sushiman o sushi que desejam. Ao preparar o bolinho de arroz, o sushiman olha para a boca do cliente e faz o sushi na medida para ser comido de uma vez só.

 

 

* Os recipientes para shoyu, wasabi e outros temperos são individuais, portanto não devem ser compartilhados com outras pessoas.

 

* A palavra japonesa para arroz é Gohan, que significa tanto o alimento quanto uma refeição.

 

* O preparo do sushi é uma atividade tipicamente masculina. O motivo é que a temperatura das mãos das mulheres, tidas como mais quentes que a dos homens, poderia alterar o sabor do peixe.

 
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