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Redação



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Em que estágio de TI sua empresa se encontra? Imprimir E-mail
Escrito por Edmilson Rosa   


Com algumas perguntas simples, o pequeno e médio empresário pode testar se seus investimentos em tecnologia da informação estão adequados ao seu perfil ou, melhor ainda, se seu dinheiro está sendo bem investido.

 

Agregar valor e inteligência aos serviços e produtos deve ser o motivo da implantação de TI nas empresas. Mas será que essa tarefa está sendo bem feita?

 

A P2HE, empresa que oferece consultoria e soluções de TI, elaborou um teste para que o empresário analise e descubra qual o grau de maturidade em TI da sua empresa. As etapas do teste foram definidas segundo institutos acadêmicos de tecnologia, autores especializados e a experiência da própria P2HE. Estão divididas nos seguintes estágios:

 

Pré-Informático – empresas de pequeno porte que necessitam de pouco ou nenhum recurso de TI. Utilizam processos informais.  

 

Introdução da Informática – O elemento de TI mais marcante neste estágio é “o computador”. Nesta etapa, as primeiras aplicações desenvolvidas são tipicamente utilizadas para controle básico, como folha de pagamento, contabilidade e estoque.

 

Estágio da Euforia Tecnológica – Conscientes do grande volume de trabalho que será requerido, as organizações optam pela criação de um Centro de Processamento de Dados (o famoso CPD).

 

Caos – Certos de que a simples utilização de novas técnicas e ferramentas de TI resolvem todos os problemas e carências, as organizações começam a perceber resultados abaixo do esperado, além de elevados custos associados aos profissionais e infra-estrutura alocados no CPD. Não se pode mais administrar a área de TI sem planejamento adequado e, principalmente, com processos informais e soluções paliativas.

 

Retomada do Controle – Retomada do controle ocorre quando se põe “ordem na casa” para evitar maiores prejuízos, que normalmente ocorrem pela falta de uso da tecnologia já adquirida e por gastos adicionais com a proliferação de soluções isoladas, que criam um sistema do tipo “colcha de retalhos”.

 

Gestão da Informação – É consolidado o processo de eliminação de redundâncias de ferramentas e estabelecida a unificação das bases de dados. É de fundamental importância a introdução do Gestor de Informações.

 

Maturidade da TI – Todos os setores da empresa são atendidos por aplicações que fazem uso de uma base de dados unificada sob uma infra-estrutura sólida de TI inteligente e de alta disponibilidade.

 

Queimando etapas

 

Mas nem todos esses estágios são obrigatórios. “O intuito principal da Gestão de TI é não passar pelos estágios Euforia, Caos e Retomada, e sim ir diretamente da Introdução para a Gestão da Informação para reduzir gastos", diz Edmilson Rosa, diretor da P2HE.

 

“Os negócios das PME´s demandam soluções de TI, da mesma forma que as empresas maiores, para que garantam a sua produtividade e eficiência. Assim, existem muitas opções de acesso aos recursos de tecnologia da informação, de baixo custo, adaptadas à realidade de cada uma”.

 

Entre as vantagens de ter uma Gestão de TI estão a segurança no gasto de recursos (eliminando desperdício de verbas), maiores chances do empresário focar no negócio (em vez de gastar tempo com uma atividade não relacionada ao seu core business), controle de custos e a oferta de um diferencial de mercado. “Para o pequeno empresário, comprar um simples software pode gerar muitas vantagens, mas se for o software errado ou no momento errado, ele estará comprometendo o seu negócio”, diz ele. 

 

 

 

 

 

 
Peixe cru é uma excelente escolha de alimentação Imprimir E-mail
Escrito por Julia Couto   

 

 

É facilmente notável o crescimento de restaurantes de culinária japonesa em São Paulo. A cada cinco ruas encontramos um novo estabelecimento. Não é por menos, afinal a comida típica do oriente agrada homens, mulheres, crianças ou adultos e independe da época do ano.

 

Comemoração de aniversário, dia dos namorados, um encontro com amigos, reunião de família ou um simples jantar... Seja lá qual for o motivo, comer comida japonesa está na lista de planos e na maioria das vezes é a opção certa. Há quem ame e quem odeie, mas uma coisa é certa, cada vez mais aumenta o número de pessoas que apreciam as delícias da culinária. 

 

Essa é uma especialidade mais leve e natural e quase não tem temperos e especiarias, assim as pessoas podem apreciar o gosto real dos alimentos. E ao contrário do que muitos pensam, não se come apenas peixe cru, ela é bem variada, sem contar com a bela aparência, que dá vontade de comer com os olhos.

 

Um dos possíveis motivos relacionados à longevidade do povo japonês é a alimentação, constituída por arroz, algas, legumes, verduras, frutos do mar e muito peixe. Os peixes são ricos em proteínas de alto valor biológico, além de serem fontes de vitamina B1, A, D e E, e também cálcio, sódio, zinco, etc.

 

Se você é daqueles que não gosta dessa cozinha, reveja seu paladar e aprenda a curtir essa maravilha. A culinária japonesa esconde algumas curiosidades que muitas pessoas nem imaginam, conheça algumas delas.

 

* Irashaimase é a expressão usada para o nosso ‘seja bem vindo’ em japonês. Ao entrar em um restaurante e ouvir a saudação, responda apenas acenando de leve com a cabeça.

 

* O Sushi foi criado acidentalmente. Era utilizado para conservar alimentos, prensado com sal e fermento por alguns dias antes de ser consumido. Somente nos últimos 100 anos que se tornou o prato que conquistou o mundo.

 

* Para produzir o Missô (pasta de soja) no Brasil, os primeiros imigrantes japoneses não tinham os ingredientes principais – soja, trigo e sal -, dessa forma substituíram por milho, melaço de cana e glutamaco monossódico.

 

* O Choshoku, café da manhã tradicional japonês, é uma refeição completa: Misshoshiru (sopa de pasta de soja), arroz, salmão grelhado, alga, picles e soja fermentada. Para beber, chá verde ou preto.

 

* No Japão, nos Kaitenzuhis (sushis servidos em balcão giratório) os clientes pedem diretamente ao sushiman o sushi que desejam. Ao preparar o bolinho de arroz, o sushiman olha para a boca do cliente e faz o sushi na medida para ser comido de uma vez só.

 

 

* Os recipientes para shoyu, wasabi e outros temperos são individuais, portanto não devem ser compartilhados com outras pessoas.

 

* A palavra japonesa para arroz é Gohan, que significa tanto o alimento quanto uma refeição.

 

* O preparo do sushi é uma atividade tipicamente masculina. O motivo é que a temperatura das mãos das mulheres, tidas como mais quentes que a dos homens, poderia alterar o sabor do peixe.

 
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